Como perder um jogo imperdível

Primeiro é focar na atitude. Entrar em campo como se o resultado não fizesse a menor diferença. Se o adversário começar o jogo aparentando ter a mesma postura, então o time tem que abdicar completamente do ataque, recuar sem motivo algum e começar a errar passes curtos e fáceis na saída de bola, para facilitar a vida dos avantes adversários. Só isso, no entanto, pode não bastar. Também é fundamental desperdiçar as ralas chances de gol que cria, chutando por cima do travessão. Rafael Coelho aos 15 minutos do primeiro tempo na cara de Harlei, quando o placar ainda estava zero a zero,...
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Hora de agir

Não adianta passar o enésimo pito no grupo de jogadores antes do treino de segunda-feira. É preciso agir. A situação do Figueira não é desesperadora ainda, mas o futebol apresentado pela equipe é. Este blog não tem a receita. Dispensas, contratações, mudança de técnico, alterações no comando de futebol ou tudo isso. Quem dirige o clube é que está suficientemente a par da situação, em todos os seus detalhes e nuances. Muita coisa errada foi feita este ano, mas ainda há tempo para consertar. Só não pode demorar demais.
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Uma vitória para evitar a crise

O Goiás é freguês de PC Gusmão em 2008 e tem quatro desfalques e uma dúvida para o jogo contra o Figueira neste sábado no Serra Dourada. É moleza então? Não. Atualmente, para o Figueirense nenhum adversário é. Campeão goiano pelo Itumbiara, PC enfrentou o time esmeraldino três vezes e venceu as três. Além disso, o Goiás no contará com o volante Fernando, o lateral-esquerdo Julio Cesar, o meia Paulo Baier e o zagueiro Paulo Henrique. Romerito, por sua vez, é dúvida. Os dois times têm campanhas parecidas. São irregulares, não inspiram confiança e uma derrota neste sábado pode...
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Um jogo inesquecível contra o Goiás

Em 2003, o Figueira começou mal a série A, assim como tinha feito na volta à primeira divisão no ano anterior. A primeira vitória no campeonato só veio na oitava rodada, um 3 a 0 sobre o São Caetano no Orlando Scarpelli. Por conta disso, Vagner Benazzi foi demitido na 13ª rodada depois de perder para o Criciúma, no Sul do estado. Para o lugar dele veio Artur Neto. O time continuou oscilando. O técnico foi demitido e substituído por Luiz Carlos Ferreira. Este apesar de receber o apelido de “maluco beleza”, consertou a equipe, principalmente quando foi buscar o meia Fernandinho no...
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Um caminhão de dúvidas

O Figueirense viajou para Goiânia, onde historicamente não costuma se dar bem, com um caminhão de dúvidas. PC Gusmão testou várias formações e não definiu qual será o time titular para o jogo de sábado contra o Goiás. Asprilla ou Bruno Perone na zaga, Rodrigo Fabri ou Magal no meio-campo, Wellington Amorim ou Fabri no ataque. O discurso é sobre a necessidade imediata de recuperação, mas o que se verá em campo, tanto na escalação quanto no espírito dos jogadores, ainda é uma incógnita. O Goiás é um adversário direto na briga tanto por uma vaga na Sul-Americana quanto contra...
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Desfalques que nunca estrearam

Este blog não sabe se o fato traduz infortúnio ou incompetência, mas diversos jogadores que foram contratados há um bom tempo ainda não vestiram a camisa do Figueira. Na zaga, Thiago Prado chegou em abril ou maio para se recuperar de uma lesão, assinou contrato, se lesionou mais umas duas ou três vezes e até hoje não jogou. O zagueiro Renato veio do Ipatinga em junho. Machucou o joelho foi para uma cirurgia e também não entrou em campo. Roger e Jairo chegaram em julho. Também não estrearam. Apesar deste blog considerar Roger um bom reforço, a forma com que ele se apresentou no Scarpelli...
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Quase não é certo

O Avaí dá toda pinta de que realmente vai subir esse ano. O time está bem ajustado e a concorrência é ruim de lascar. Para se ter uma idéia da qualidade da série B, Vila Nova de Max, Túlio “Vovô” Maravilha, Alex Oliveira e Caíco, e Santo André do interminável Marcelinho Carioca e do highlander Fernando com seus 40 anos de idade, também estariam na primeira divisão se o campeonato terminasse agora. A RBS, que torce como quase ninguém para que o acesso realmente ocorra, estampou no seu site nesta quinta-feira que o time do Sul da Ilha tem 90% de chances de subir, segundo os matemáticos....
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A hora do equilíbrio

PC Gusmão escalou o time mais próximo do que ele tem de melhor. A escalação agradou a torcida. O resultado não. Foi um primeiro tempo aberto, com os ataques levando nítida vantagem sobre as defesas. Só que o Vitória foi mais eficiente e saiu com a vantagem antes do intervalo. O técnico alvinegro cometeu, no entanto, dois erros graves. O primeiro foi deixar Magal fora do jogo. O segundo se desdobra em duas partes. A primeira foi escalar Diogo. A segunda foi não substituí-lo no intervalo, tirando Léo Matos e matando os avanços pela ala direita, coisa que funcionou nos primeiros 45 minutos....
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Fora de sintonia

O Figueirense tomou um a zero antes dos três minutos de jogo. Foi para frente e criou várias chances, ma mesma medida em que concedeu imensos espaços para o Vitória contra-atacar. Depois do empate, teve duas chances cristalinas, a primeira com Bruno Aguiar, num bate-rebate dentro da área em que a defesa do Vitória em cima da linha. Outra em que Rafael Coelho entrou livre pela esquerda, mas inexplicavelmente refugou na hora da concluir, tentando puxar a bola para o pé direito até perdê-la. Quatro jogadores entraram em campo completamente fora de sintonia. A dupla de ataque, Rafael e Wellington...
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Incompetência alheia

Tem time fazendo mais força pra cair do que o Figueira. Mesmo com a derrota em casa, o Furacão Alvinegro perdeu apenas uma posição na tabela e mesmo assim no saldo de gols. Só que não dá para contar com a incompetência alheia o tempo todo. Se não fizer sua parte em campo, vai ficar difícil não descer a ladeira
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