Já é um progresso

Não foi o resultado ideal, mas o empate contra o Atlético Mineiro não pode ser desprezado. Depois de 11 jogos, o time finalmente passou 90 minutos sem sofrer gol. A última vez que isso aconteceu havia sido no jogo contra o Atlético Paranaense, em 27 de julho. Jogando em casa contra o Cruzeiro, um time mais qualificado, o Figueira fez um bom jogo, mas errou muito na defesa, e perdeu. Contra o Atlético, uma equipe abaixo do mediano, no Mineirão, o Furacão Alvinegro foi bem mais precavido e evitou a sétima derrota consecutiva. Para vencer o Galo, o contra-ataque teria que ter funcionado melhor,...
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A melhor seqüência

No primeiro turno, o confronto com o Atlético Mineiro coincidiu com a chegada de PC Gusmão e marcou o melhor momento do Figueira no campeonato. Na seqüência, o Furacão Alvinegro empatou com o Galo e venceu o Vasco no Scarpelli, empatou com o Palmeiras – que até ali não havia perdido ponto no Parque Antártica – e derrotou Ipatinga fora e Santos em casa. A invencibilidade só foi interrompida por uma derrota, com influência direta da arbitragem, para o Fluminense no Maracanã. Agora, a equipe volta a encarar a mesma seqüência, com o mando invertido, em novo momento de crescimento....
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O trabalho do técnico

Você pode não gostar das opiniões de Mário Sérgio, de sua concepção de futebol, do jeito que ele arma o time ou das suas escolhas na hora de escalar o onze titular. É inegável, no entanto, que o polêmico técnico imprime sua marca à equipe e lhe dá um padrão de jogo. O time hoje continua com limitações e deficiências, mas não é mais aquele amontoado perdido em campo, debilitado emocionalmente, quase à beira da depressão, dos tempos de PC Gusmão. Hoje, por exemplo, um erro na marcação pelo lado direito da defesa no começo do jogo foi logo corrigido por Mário Sérgio. Diogo...
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Para vencer também tem que defender

Dessa vez, não houve mistério. Antes da viagem para Belo Horizonte, Mário Sérgio confirmou o time titular para enfrentar o Atlético Mineiro com Wilson; Alex, Gomes e Asprilla; Diogo, Magal, Marquinho, Cleiton Xavier e Alex Cazumba; Ramon e Bruno Santos. Viajam ainda Gustavo, Anderson Luis, Rafael Lima, Jackson, Lima, Tadeu e Wellington Amorim. Discordo das ausências de Bruno Aguiar, Peter e Rodrigo Fabri ao menos entre os jogadores relacionados para partida. Não há nenhum meia entre eles e Bruno Aguiar é um dos melhores zagueiros do elenco alvinegro. Além disso, Anderson Luís não contribui...
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Projeções são só isso…

Escuto e leio muitos comentários nos meios de comunicação a respeito das projeções para escapar do rebaixamento ou para subir para a série A. 45 pontos para a primeira, 62 para a segunda. Só que projeções são só projeções, não passam disso. É possível traçar uma tendência e fazer uma estimativa, baseando-se no desempenho dos clubes na competição (tem sites especializados nisso criados por matemáticos) e no histórico de disputas passadas. Só que estes cálculos precisam ser ajustados jogo a jogo, rodada a rodada, e dependem muito do desempenho dos adversários. Só tem um...
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… nem sempre se confirmam…

A virada de um turno para o outro é um bom momento para fazer projeções e avaliar tendências e assim as perspectivas do Figueira não eram nada animadoras. Não seria a simples troca de técnico que mudaria isso, já que o time permaneceu praticamente o mesmo. O início de Adilson Batista parecia confirmar as projeções. Derrotas para o Atlético Mineiro (0 a 1) e Corinthians (2 a 3), intercaladas por uma vitória sobre o Goiás por 3 a 0. De 36% de aproveitamento, o desempenho caiu para 33%, embora três jogos fossem muito pouco para apontar uma tendência. Pois nos últimos oito jogos em...
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… e são testadas a cada jogo

O mesmo vale para a segundona. O número mágico é 62 pontos para subir para a série A. Mais uma vez: depende. Quem projetaria seis vitórias consecutivas do Bragantino. Quem apostaria em três jogos sem vitória do “supertime” do Sul da Ilha? E mais: a projeção para apontar os times de cima da tabela é bem mais complicada, porque se estão no topo é porque vencem bem mais do que perdem. Outra obviedade que precisa ser ressaltada. Não dá para contar muito com o tropeço alheio, fato muito comum para quem briga contra o rebaixamento, tanto que o Figueira perdeu seis jogos seguidos e...
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Quanto tempo leva?

Quanto tempo levará para pronunciarem a palavra crise na cobertura da mídia sobre o Avaí? São três jogos sem vitória. No Scarpelli, sem enfrentar potências esportivas como Ceará e América de Natal, não leva tanto tempo para a palavrinha aparecer.
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Tem blog novo no pedaço

Tem mais um blog alvinegro na área. O Cláudio criou o Alvinegro do Estreito, reforçando a presença do Furacão na Internet. Vale a visita e já está entre os links recomendados.
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Há salvação

O resultado não foi bom, mas pela primeira vez nessa triste seqüencia de seis derrotas, o Figueirense merecia melhor sorte do que o placar adverso de 4 a 3 para o Cruzeiro no jogo do último domingo. O time jogou de igual para igual, dominou o jogo em vários momentos, foi mais organizado em campo, teve mais vibração, mas a qualidade superior do adversário e os próprios erros defensivos do Furacão Alvinegro custaram-lhe a derrota. A primeira virtude alvinegra foi não cair no desespero e desmoronar em campo depois de sofrer o gol. Estava melhor e tomou o 1 a 0. Deu uma leve desarrumada,...
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