Vamos precisar de todo mundo

Depois de 18 jogos em casa, o Figueira tem, segundo a CBF, a sexta melhor média de público da série B, com 6.358 pagantes por partida.

Não está à altura das tradições da torcida alvinegra. Por uma série de razões, o torcedor não pegou no breu. Entre os motivos, o desânimo pelo rebaixamento no ano passado, além do fato ter faltado ao time uma regularidade capaz de reconquistar a confiança do torcedor. Não são as únicas razões, mas o resto fica para outra hora.

Agora, no entanto, chegou o instante de todo mundo pegar junto. É o último jogo em casa. É decisão. A vitória é fundamental para chegar vivo na última rodada e invadir São Caetano. É o penúltimo passo rumo ao tão sonhado retorno à série A.

Como sócio que vai ao estádio faça chuva ou faça sol, que religiosamente morre com cenzinho por mês para pagar a mensalidade, não sou muito fã de promoção. Só que não sou besta para morrer com a razão.

Se no momento é fundamental baixar o ingresso pra 10 reais, para cinco reais que seja, para atrair o torcedor alvinegro e garantir casa cheia, então que seja feita promoção, sem pré-condições, sem exigências. O cara vai lá no guichê e compra a sua entrada. No máximo, estabelece até quinta ou sexta-feira com um preço mais baixo e no sábado aumenta o preço se ainda houver ingresso.

A hora de ganhar dinheiro e cobrir eventuais prejuízos vai ser no ano que vem, de volta à série A. Agora é momento de aglutinar, juntar, unir. É hora de voltar a ver o Orlando Scarpelli lotado, festivo, animado, fervendo feito caldeirão.

E mais um detalhe importante: um público superior a 16 mil pagantes no Scarpelli no sábado, faz o Figueira ultrapassar a média de público do Avaí na série B (6.863) do ano passado.

Seria mais uma prova de que a torcida alvinegra, mesmo em seu momento mais desmobilizado, ainda dá de relho na pijamada, que entoou em verso e prosa a campanha e o acesso obtidos no ano passado.

Vamos precisar de todo mundo, dirigente, jogador, torcedor. É mais um jogo decisivo para o Figueira voltar a ser o que era. Para retomar seu lugar na série A.

Estamos todos juntos nessa?

Notas alvinegras

  • O Juventude prepara uma mobilização poucas vezes vistas na Serra Gaúcha. Quem é sócio tem direito a ingresso gratuito para levar alguém. Os preços variam entre dois e cinco reais. O pessoal lá não quer nem pensar em cair para a terceira divisão e sabe que o jogo contra o Atlético é fundamental para evitar a queda.
  • O blog Máquina Alvinegra, do Rafael Petry, está de cara nova. O visual ficou bom e deixou o blog do “mascote” da ABA ainda melhor.
  • A nota triste é a contusão de Talheti na partida contra o Atlético, em Ibirama, no domingo. Fissura na tíbia e no mínimo três meses de molho. Uma pena, porque o garoto poderia começar 2010 com mais oportunidades no elenco profissional.
  • Sugeri a escalação de Vinicius Pacheco na ala esquerda e ele foi muito mal no jogo de sábado. Talvez merecesse ter voltado para o segundo tempo no lugar de Maicon, na meia, com a entrada de Massari na lateral. Como o time venceu, tudo bem.
  • Maicon é um caso à parte. Tem boa qualidade técnica, mas parece que ter que ganhar a vida jogando futebol é algo que lhe desagrada profundamente. No sábado, estava alheio, indiferente, desinteressado. Foi bem substituído e é melhor mesmo que fique de fora do próximo jogo, já negociando seu retorno ao futebol carioca em 2010, seja no Madureira ou na Cabofriense. No seu lugar, Vinícius Pacheco ou Schwenck.
  • A Cofes prepara mais uma grande festa no Scarpelli no sábado. Saiba como ajudar visitando o blog.

Alvinegros em dobro

Até o fim com o Figueira

Grande parte da torcida tinha jogado a toalha e menos de seis mil foram ao Scarpelli no sábado.

Em campo, parecia que alguns jogadores acreditavam nas chances de acesso e que outros já tinham desistido da idéia.

Só no segundo tempo, com muita raça, sufoco e sofrimento, torcedores e jogadores voltaram a se irmanar na crença de que, sim, é possível conquistar uma vaga na série A 2010.

O som do “Ah, eu acredito!” entoado ao final da vitória contra o Bragantino ficou ainda mais forte no sábado à noite, depois da derrota do Atlético-GO para o Ipatinga.

A diferença voltou a ser de dois pontos. Se o Figueira vencer o Duque de Caxias no próximo sábado chega com chances na última rodada independente do que aconteça no jogo entre Juventude e Atlético-GO em Caxias do Sul.

Se o Figueira vencer no sábado que vem e o Atlético não vencer, o Furacão Alvinegro entra na última rodada dependendo só de si.

Então, o Scarpelli tem sim que estar cheio no jogo de sábado. Mas dentro e fora de campo, só deve estar lá quem de fato acredita que é possível voltar à série A. Quem acredita que o Figueira tem condições de fazer a sua parte.

O Furacão Alvinegro não faz uma grande série B. Isso é fato. Subindo ou não, muita coisa precisa ser consertada. Só que mesmo com muitos problemas, o Figueira chegou à penúltima rodada com reais chances de acesso.

Seja pelo baixo nível da competição, seja pela força de sua camisa, seja pela qualidade técnica de alguns de seus jogadores, claramente acima do restante desta série B, seja pelo comprometimento e desejo de vencer destes mesmos atletas e de alguns outros, seja pela fidelidade e esperança inquebrantável de uma parte da torcida, o Figueira segue vivo. Provavelmente pela soma de todos estes fatores, o Figueira resiste e vai lutar até o fim.

Não é hora de trololó nem de nenhenhem. É hora de apoiar o time. De ajudá-lo a vencer. São 180 minutos de futebol que podem representar a passagem de saída deste inferno que é a série B.

O Figueira tem mais chances com seu apoio. Apoio em dobro no sábado no Scarpelli.

Saiba mais aqui

Alvinegros em dobro

Leve seu apoio aos jogadores do Figueira

JPhilipson

A pedido da Gaviões Alvinegros, a direção do Figueirense liberou o muro externo do estádio Orlando Scarpelli, próximo à entrada para o vestiário dos jogadores alvinegros, para o torcedor deixar sua mensagem de apoio para a partida deste sábado.

É só escrever seu texto dando força aos jogadores antes do jogo decisivo contra o Bragantino numa cartolina ou num papel e afixar no muro.

Não é hora de se abater. Enquanto houver chance, houver possibilidade, houver uma réstia de esperança, estaremos juntos com o Figueira. Até o fim!

P.S.: Post em colaboração com Diego Tainha (leia o blog dele) que faz a imagem, e eu, o texto.

Até o fim

ate_o_fim

Com o empate entre Brasiliense e São Caetano, em jogo adiado de terça para a tarde desta quarta-feira, o Ipatinga entrou na zona de rebaixamento, pois, empatado em pontos, tem menos vitórias que o próprio time de Brasília, Bahia e América.

Por que toco no assunto? Porque o Ipatinga é o próximo adversário do Atlético-GO, em partida marcada para o Vale do Aço. Na rodada seguinte, o time goiano vai a Caxias do Sul enfrentar o Juventude. O Papo, por sua vez, tem 43 pontos, um a mais que Brasiliense, Bahia, América e Ipatinga e neste sábado vai ao ABC paulista pegar o São Caetano.

Por outro lado, a campanha do Atlético fora de casa é muito ruim no returno. No global, o time de Goiás já fez 17 jogos como visitante, vencendo cinco, empatando dois e perdendo 10. No returno, no entanto, foram sete partidas, com apenas uma vitória (aquela contra o Fortaleza com um gol contra bizarro do zagueiro do tricolor cearense), um empate e cinco derrotas.

Uma derrota e um empate do Atlético não é, portanto, nada fora do esquadro. Duas vitórias do Figueira em casa formariam a combinação suficiente para o Furacão Alvinegro chegar em vantagem na última rodada.

É difícil? É. A situação é crítica? É. Mas que é possível a maré mudar, também é.

Iremos com o Figueira até o fim.

Imagem produzida por Marcelo Zibetti. O texto assinado por ele você pode ler no blog Gigante Alvinegro

Quase fora. Quase

Não dá para reclamar da sorte e da derrota num jogo em que o time leva quatro bolas na trave.

O Figueira não fez uma partida ruim como os confrontos contra Fortaleza e Vila Nova. Teve mais posse de bola durante o primeiro tempo, criou algumas oportunidades, mas faltou ser mais incisivo, ter mais capacidade e competência de decidir o jogo. Como no lance em que o rebote do goleiro caiu no pé de Vinícius Pacheco ou no cruzamento de Marcelo em que Paulo Sérgio tentou ajeitar em vez de bater de primeira.

Leonardo Gaciba também ajudou a complicar um pouco mais o jogo ao expulsar Roberto Brum justo quando Márcio Araújo havia aberto mais o time com as entradas de Paulo Sérgio e Marcelo.

É velho sistema de dois pesos e duas medidas da arbitragem brasileira. Enquanto Ricardo Oliveira fez ao menos uma dezena de faltas sem sequer levar amarelo, Brum fez bem menos faltas e levou dois cartões.

Agora tudo ficou muito mais difícil. São cinco pontos para descontar em três rodadas. Não é nada fácil e as chances são pequenas.

A única e tênue esperança é que o Figueira faz dois jogos em casa e só enfrenta adversários que não terão outra motivação senão a velha mala branca para vencer o Alvinegro.

Enquanto isso, o Atlético pega três times que brigam para não cair (Ipatinga, Juventude e Bahia), dois deles fora de casa na sequência. Tomara que sofra o que Lusa e Figueirense sofreram nesta rodada. Já o Ceará pega Guarani e América em casa e Ponte Preta fora.

Se tivéssemos um time mais ajustado, mais experiente, mais regular e efetivo, estaríamos comemorando o acesso ou, ao menos, bem perto dele. Como não temos, só resta nos agarrarmos em nossas parcas chances de subir.

São poucas, mas existem e esse negócio só termina quando acaba.

O jogo mais decisivo do ano

Sempre tenho cuidado em fazer afirmações peremptórias dizendo que a partida tal é decisiva, derradeira, “a última carroça”, como diz aquele cronista baixinho que, graças ao Silas, acabei de descobrir que é torcedor do Figueira.

O cuidado vem do fato que às vezes a gente se precipita, diz que “se não vencer essa, acabou” e não acabou. Joga o astral da torcida para baixo quando ainda não é hora de desistir. Depois da derrota para a Ponte, por exemplo, parecia que tudo tinha por água abaixo e na rodada seguinte, com a vitória em Brasília e a derrota do Atlético para o Duque de Caxias, as chances de acesso voltaram.

Feita essa longa volta, é claro que faltando quatro rodadas para terminar, o momento verdadeiramente decisivo chega. A partida desta noite contra o América é, inegavelmente, a mais decisiva do campeonato até agora para o Figueira.

Vencer é primordial para, na melhor – e mais sonhada – das hipóteses, entrar no G4, e, na pior, não deixar o Atlético desgarrar outra vez e/ou a Lusa passar na frente.

Outro resultado que não a vitória só não será terrível se os outros concorrentes também tropeçarem. Ficará o lamento por não ter aproveitado outra vez a chance de entrar no G4, mas, por outro lado, restará o alívio de continuar com chances.

O confronto com o América, em Natal, promete ser pedreira. O time potiguar precisa desesperadamente da vitória para continuar fora da zona de rebaixamento e vem motivado pela vitória por 2 a 0 sobre o Vila Nova no sábado à noite no Machadão.

O Figueirense precisa então estar preparado para suportar muita pressão dentro e fora de campo e buscar se impor na partida como já fez em outros jogos fora de casa.

Tudo indica que Lucas volta à equipe, Schwenck entra na vaga de Rafael Coelho e Diego Paulista assume o posto de Paulinho. Não muda a estrutura da equipe. O jeito de jogar continua o mesmo e o time continua superior tecnicamente ao adversário.

Assim é torcer para o Figueira estar num bom dia, para Fernandes estar outra vez iluminado, para que tudo dê certo. Como diz o velho Gessinger, “não vim até aqui pra desistir agora”.

Pra cima, Figueira!

Campeonato Brasileiro – Série A – 2007

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Febeapá* avaiano

Faz tempo que não comento o que rola e se diz do lado de lá da ponte. É um serviço sujo, claro, mas alguém precisa fazê-lo. As bobagens vão se acumulando e aí não resta alternativa se não rebater o besteirol.

“É a pior série B de todos os tempos”

Por motivos óbvios, é a primeira vez desde 2001 que estou acompanhando a série B mais detidamente. É, de fato, um campeonato muito do chinfrim. Torço desesperadamente para o Figueira subir ainda este ano para não ser submetido a esta tortura por mais uma longa temporada.

Só que acompanhei as outras edições, não com tanto interesse, óbvio, mas o suficiente para ver que a deste ano é, basicamente, a mesma porcaria de sempre. Se, no futebol brasileiro atual, a série A já não é grande coisa, não será a B que será um primor de técnica.

O problema é que o despeito é um sentimento tipicamente avaiano. Como o Figueira, mesmo aos trancos e barrancos, sobrevivendo a chuvas e trovoadas, segue com chances de acesso, a saída é atacar a qualidade da competição.

Na mão inversa, a série A que nos últimos sete anos era coisa ruim, em 2009 passou a ser um campeonato do nível da Champions League, com craques do quilate de Jonilson, Obina, Airton e André Dias disputando o título palmo-a-palmo.

Menos, rapazes, menos. Um campeonato em que Diego Souza é cotado como craque da competição e Muriqui vira destaque não pode ser nenhuma maravilha.

Vendo a série B, é duro entender como o Avaí demorou 10 anos para subir e conseguiu, em algumas temporadas, brigar para não cair. Tem que fazer muita força, ser muito incompetente, para ficar entre os piores do campeonato.

Não sei se o Figueirense vai subir, até porque o clube ficou uns oito meses de 2009 cambaleando por causa do baque do rebaixamento. Como, no entanto, o que não nos mata nos torna mais fortes, tenho certeza que, caso o acesso não venha agora, viremos mais competitivos e ajustados em 2010, aprendendo com os próprios erros. Não ficaremos oito ou nove anos metendo os pés pelas mãos.

“A mídia torce para o Figueira”

Quando soube que o técnico Silas disse isso fiquei pensando a quem ele se referia. Gente da mídia que torce para o Figueira? Miguel Livramento? Roberto Alves? Faraco? Semensati? Balduíno? Rui Guimarães? Polidoro Jr.?

Difícil é encontrar um que torça para o Figueira. E alguns dos poucos que torcem conseguem ser mais chatos dos que os que não torcem.

A questão é que a turma do lado de lá passou os últimos 10 anos desenvolvendo especial atração por complôs intergalácticos e tentativas de transferir responsabilidades por seus diversos fracassos para terceiros. E o cachimbo deixou a boca torta.

Sim, há gente na imprensa local que dá repercussão demais a fuxicos. Só que os recados da paquita chiliquenta ao técnico avaiano foram públicos e diretos, ditos com todas as letras em entrevistas coletivas gravadas e veiculadas por diferentes meios.

É preciso reconhecer, no entanto, que a turma do Sul da Ilha tem uma tropa de choque que patrulha a imprensa com vigor e truculência. Logo, logo quase todo mundo vai estar devidamente enquadrado com relação a este caso. Se não o Zunino desce para a sala de imprensa soltando fogo pelas ventas, dá uma bronca geral na turma e ninguém dá um pio.

*Festival de Besteiras que Assola o País, criado por Sérgio Porto, vulgo Stanislaw Ponte Preta, para satirizar a ditadura militar

Figueira tem que continuar fazendo sua parte

O Atlético derrotou o Guarani na tarde deste sábado e manteve-se no G4. Seria ótimo se o esperado tropeço houvesse de fato ocorrido, mas o fundamental é o Figueira continuar fazendo sua parte.

Como fez na sexta-feira à noite. O time é claramente superior ao Campinense e comprovou na prática, fazendo um gol logo aos quatro minutos com Fernandes.

É o cara: Fez gol, deu passe pra gol, resolveu o jogo. É Fernan10

É o cara: Fez gol, deu passe pra gol, resolveu o jogo. É Fernan10

A vantagem obtida tão cedo deu a tranquilidade que os jogadores precisavam para fazer um bom jogo. O destempero do atacante do Campinense, expulso antes dos 25 minutos do primeiro tempo, tranquilizou ainda mais o jogo.

No segundo tempo, com dois gols antes do 10 minutos, a fatura foi liquidada. A equipe poderia ter feito mais uns três ou quatro, mas ficou de bom tamanho e agora é se concentrar na pedreira que vai ser enfrentar um América desesperado na luta contra o rebaixamento em Natal.

É um jogo fundamental na luta pelo acesso, pois trazendo uma vitória de lá, o Figueira faz dois jogos em casa, contra Bragantino e Duque de Caxias, que podem lhe garantir o acesso ou, ao menos, lhe deixar em situação vantajosa para decidir na última rodada.

Sem drama

O melhor seria o Atlético-GO perder pontos para o Guarani, mas, como lembra o alvinegro Tadeu Meyer – que um dia cumprirá sua promessa e irá colaborar com este blog – as duas derrotas recentes do Bugre, contra Lusa e o time goiano, não foram tão ruins assim para o Figueira como poderiam parecer num primeiro momento. Isso porque as derrotas não deixaram o Guarani garantir o acesso.

E mais: o Ceará também não está com a vida tão mansa. Pega, na sequência, Atlético, em Goiânia, e Bugre, em casa. Temos aí um triangular que pode deixar que cinco equipes (Ceará, Guarani, Atlético, Figueira e Lusa) entrem na 37ª rodada muito perto uma das outras.

O fundamental, portanto, é o Figueira continuar fazendo sua parte. As vitórias alvinegras são condição sine qua non para subir para a série A.

Fotos: Carlos Amorim/Figueirense

Casa cheia rumo à vitória

espaçozero2O Figueira joga mais uma cartada decisiva nesta sexta-feira, quando enfrenta o Campinense pela Série B no estádio Orlando Scarpelli. É jogo para casa cheia. É jogo para apoiar o time os 90 minutos. É jogo para sair com a vitória.

O Figueirense é favorito e tem um time melhor, mas no futebol de hoje isso não garante vitória na véspera. Quem viu, só para ficar na série B, Ceará e Lusa sofrerem um bocado para vencer Bragantino e ABC, respectivamente, em casa, e o Atlético-GO levar um sacode do Duque de Caxias, sabe que teoria não ganha jogo.

Então é apoiar e ter paciência quando preciso enquanto os jogadores dão o máximo pela vitória dentro do campo. O momento é de superação e união entre time e torcida.

Todos ao Scarpelli e que venha a vitória.

Um só coração: campanha será lançada hoje

A FUCAS, em conjunto com o Avaí Futebol Clube, Instituto Avaí, Figueirense Futebol Clube, Instituto Figueirense de Assistência Social e os blogueiros dos clubes, realizarão hoje, dia 04 de novembro, às 20hs, no Núcleo de Assistência Social – NAS Morro da Caixa da FUCAS, situado na Avenida Governador Ivo Silveira, 1015 – Capoeiras, o Lançamento da Campanha Um Só Coração – Dois times, um espírito cidadão.

O lançamento da ação de arrecadação de brinquedos para as crianças vulnerabilidade social encabeçada pelos dos dois maiores clubes de futebol do estado e a FUCAS. O projeto marca uma nova era de cooperação entre instituições representativas da sociedade catarinense em prol da melhora social. Não é uma iniciativa pioneira juntar os dois clubes para uma ação conjunta, porém, é a primeira diretamente co-realizada.

A atividade proposta vai muito além de uma assistencialista. A ação demonstra que a rivalidade entre os clubes fica somente dentro de campo, e que fora, trabalham juntos para a melhora da sociedade que é a própria razão de existência dos clubes.

Portanto, a ação mostra uma realidade que muitas vezes é pintada distorcidamente, e explicita uma imagem que vai contra os paradigmas ilusórios quanto à convivência entre os torcedores e os realizadores. Os dois não podem ser vistos como inimigos, mas como rivais quando o momento o faz.  Será um processo de reforço da cidadania e da solidariedade através da fraternidade entre as duas maiores torcidas da cidade e as mais representativas culturalmente no seio de nossa população, ou seja, entre avaianos e alvinegros, mas aberta a quem também é solidário e cidadão.

Não se trata apenas de dois clubes, são duas partes importantes da cultura local que devem ser melhorem entendidas e respeitadas. Avaí e Figueirense vão além do futebol, mas como sejam reconhecidas como “marcas” importantes também na questão social e cultural do nosso povo.

O ato contará com a presença de jogadores como, dirigentes, blogueiros, convidados e imprensa para marcar o ato simbólico de abertura do período de arrecadação. Mais informações de como participar, ajudar, e entre outros, serão divulgados através do site www.1socoracao.com.br, pelo twitter oficial da promoção (@1socoracao), pelos sites dos clubes envolvidos e nos diversos blogs que divulgam a projeto.