No primeiro turno, o confronto com o Atlético Mineiro coincidiu com a chegada de PC Gusmão e marcou o melhor momento do Figueira no campeonato. Na seqüência, o Furacão Alvinegro empatou com o Galo e venceu o Vasco no Scarpelli, empatou com o Palmeiras – que até ali não havia perdido ponto no Parque Antártica – e derrotou Ipatinga fora e Santos em casa. A invencibilidade só foi interrompida por uma derrota, com influência direta da arbitragem, para o Fluminense no Maracanã.
Agora, a equipe volta a encarar a mesma seqüência, com o mando invertido, em novo momento de crescimento. É uma seqüência favorável, em que o jogo mais encrencado promete ser contra o Palmeiras, que briga pelo título.
Claro que é o desempenho em campo que vai fazer a seqüência se tornar positiva, mas é diferente, por exemplo, das carnes de pescoço que o adversário deste sábado, o Atlético Mineiro, terá que enfrentar. Mesmo estando a uma distância mais confortável da zona de rebaixamento, o Galo vai sair para pegar Palmeiras e Flamengo, volta a Belzonte para enfrentar Cruzeiro e Internacional, sai para encarar o Coritiba e retorna para jogar contra o Botafogo. Paradas indigestas.
Não adianta, no entanto, fazer muitos planos. O negócio é ir jogo a jogo. Portanto, o objetivo agora é encontrar uma maneira de vencer o Vasco em São Januário no próximo sábado.