O mesmo vale para a segundona. O número mágico é 62 pontos para subir para a série A. Mais uma vez: depende. Quem projetaria seis vitórias consecutivas do Bragantino. Quem apostaria em três jogos sem vitória do “supertime” do Sul da Ilha?
E mais: a projeção para apontar os times de cima da tabela é bem mais complicada, porque se estão no topo é porque vencem bem mais do que perdem. Outra obviedade que precisa ser ressaltada. Não dá para contar muito com o tropeço alheio, fato muito comum para quem briga contra o rebaixamento, tanto que o Figueira perdeu seis jogos seguidos e ainda não figurou entre os quatro últimos.
Então não dá para vaticinar friamente que se fizer mais 15 pontos em 11 rodadas, o Avaí subiria porque passaria dos atuais 47 para 62 pontos. Pode ser ultrapassado pelo Bragantino já nesta quarta, embora as projeções indiquem firmemente que não…
Mas basta o Bragantino ou o Barueri fazer três pontos a mais do que os mágicos 15 que o Avaí precisa, que a projeção vai por água abaixo.
Moral da história: só termina quando acaba e ninguém morre ou sobrevive de véspera. Enquanto a matemática não apontar friamente que está tudo resolvido, não serão as projeções que resolverão alguma coisa.