PC Gusmão teve o grande mérito de recuperar emocionalmente um time destroçado e dar-lhe uma cara, um padrão de jogo. Conseguiu manter a mesma formação por vários jogos e isso ajudou na formatação da equipe. Esse padrão também ajudou a minimizar as limitações e erros individuais.
Parece, no entanto, estar perdendo o fôlego. Contra o Flu, o Figueira se defendeu bem, mas padeceu do mesmo problema da partida contra o Atlético: falta de criatividade. Contra o Grêmio, o resultado foi atípico, mas se o jogo seguisse na mesma toada do primeiro tempo, o máximo que se arrancaria seria o empate.
Então é o momento de promover algumas alterações para ver se há um ganho de qualidade. A primeira delas é ver se Léo Matos despertou para a vida e dar uma chance a ele na lateral-direita. A segunda é trocar Asprilla por Bruno Perone ou William Matheus. A terceira é promover a estréia de Diego na lateral-esquerda. A quarta, efetivar Jackson no lugar de Diogo.
Daí para frente o time pode ser o mesmo. Mais adiante, depois de Rodrigo Fabri se recuperar da contusão, é de se pensar seriamente em escalá-lo como meia avançado e recuar Cleiton Xavier para a vaga de Marquinho.
E nem falo em reforços, porque é um assunto cansativo, embora a necessidade seja óbvia.