Passadas 15 rodadas da série B, o Figueirense ainda não conseguiu repetir uma formação por duas partidas seguidas e ainda tem um jogador importante como Jeovânio por estrear. Depois, no entanto, de ver o time jogar todas estas partidas é possível dizer que não há mais o que inventar. O time tem um sistema tático, 10 jogadores titulares e uma dúvida.
O sistema é o 3-5-2. No momento, os titulares são Wilson; Toninho, Régis e Edson; Lucas, Carlinhos, Paulinho, Fernandes e Egídio; Rafael Coelho. A dúvida fica para o parceiro do artilheiro da série B no ataque.
Para a zaga são quatro jogadores do mesmo nível: João Felipe, Toninho, Régis e Edson. A preferência no momento é pelos três últimos, mas o primeiro pode entrar na vaga de qualquer um deles e manter o mesmo desempenho.
Nas alas, os titulares são Lucas e Egídio. Aí há um problema. Não há reserva para Lucas, a não ser por meio de improvisações. É uma deficiência a ser resolvida. Na esquerda, Anderson Pico tecnicamente é um dos melhores jogadores do Figueira. Poderia ser titular se estivesse 100% fisicamente – o fato de ainda não estar merece ser discutido em outra ocasião. Assim, Egídio fica com a vaga. Além de Pico, Massari é da posição. Edson pode ser improvisado numa alternativa mais defensiva. Vinícius Pacheco também pode jogar ali se o time tiver que ir para cima. A prioridade, no entanto, é para quem é da posição: Egídio, depois Pico.
No meio, quando Jeovânio estiver em boas condições físicas e técnicas, toma o lugar de Carlinhos sem discussão. Sem Jeovânio, Carlinhos é o titular. Paulinho faz a segunda função e Fernandes é o meia. Vinícius Pacheco pode entrar na vaga de Fernandes. Talvez possa ser testado no lugar de Paulinho, mas isso primeiro em treino.
Vinícius ainda pode ser testado ao lado de Rafael Coelho no ataque. Assim como Marcelo e Paulo Sérgio. Schwenck ainda está contundido. Está é a posição mais indefinida. Ninguém ainda mostrou futebol suficiente para se firmar.
Há jogadores no elenco que merecem ir para o fim da fila, principalmente no meio-campo, como Totó e Schmoller. Alê alterna bons e maus jogos, mas creio que está sendo prejudicado pela dança que Roberto Fernandes lhe impõe. O jogador vai de lateral direito num jogo, vai numa linha de três volantes em outro, vai de meia atacante numa terceira partida. Alê disputa posição com Paulinho e ponto. Se não joga um, joga outro.
Não há o que inventar. Mesmo oscilando tanto, o Figueira está em quinto lugar a um ponto do G4. Há espaço ainda para crescimento, afirmação e regularidade.
Passada a irritação por conta da péssima partida contra o Campinense, vale a constatação de que a campanha é boa e agora é pensar no América.
Ney concordo contigo. Muita gente critica o Alê, mas não entende que o Roberto Fernandes coloca ele como lateral um dia, como volante no outro, como meia no outro, ai complica.
Temos que colocar o meia na meia, lateral-direito na lateral-direita, atacante no ataque, enfim, cada um na sua posição e manter a equipe para ganhar entrosamento!
Hoje em dia acredito que o companheiro do Rafael Coelho seja o vinícius Pacheco até por ser mais rápido e ajudar na meia também, porém o Schwenck quando voltar é titular, mas eu contrataria outro cara referência na área!
Pra mim faltou um titular neste time, Vinicius Pacheco vem jogando muito bem, muito melhor que Egído por exemplo, eu deixaria de fora o Egídio e colocaria Vinicius PAacheco ou até mesmo O Pico, que é um baita de um jogador…
E para o ataque, eu daria de uma vez por todas uma chance a Marcelo ou Paulo Sergio…
Abraços
Perfeito, esse é o time. Não tem o que inventar, é a escalção que mais deu certo até agora.
Acho que cabe uma vaga pro Vinicius Pacheco ao lado do Rafael Coelho. Sendo que o Rafael Coelho fica mais a frente pra finalizar e o Vinicius Pacheco fica mais atrás, próximo ao Fernandes, pois tem muita velocidade.
Tomara que o Roberto Fernandes leia o blog heheh..
Trocando de assunto, acho que ainda falta um cobrador de falta pro Figueira. Ver o Alê bater falta e escanteio é de chorar.
Fernando, o último grande cobrador de falta que eu lembro no Figueira é o Michel Bastos em 2005. Faz tempo. Chicão não batia bem quando estava aqui como bate agora e Cleiton Xavier fazia um golzinho de falta raramente.
Alguém aí tem o e-mail do RF?
Venho solicitar aos alvinegro para não levarem radio ao scarpelli, não deem audiencia a midia que não se importa pelas coisas do Figueira.
Também acho que a invenção quando estiver mais para inventação ou enjambração, sempre complica, ainda mais quando se tem limitação técnica no grupo. Acho muito mais eficiente a lógica de trabalhar com quem é da posição e estiver no melhor momento ou necessitar jogar por desfalque do titular. Percebo o Carlinhos com bom senso de colocação e desarme eficiente, mas com deficiência na entrega de bola. Mas é um jogador que dá consistência ao sistema defensivo. Não sei se é hora para estreiar o Geovânio. Acho que o problema continua na indefinição das alas, principalmente na esquerda, onde estão tentando a qualquer custo achar uma solução para o baixo rendimento do Egídio e a falta de condições físicas do Pico. Na direita tem outro problema quando precisa liberar o Lucas, que não sabe se é meia ou ala. Outro fato também é a quantidade de passe errado gente; aí é questão de fundamento. E é erro de passe curto!!!??? Das duas uma: ou é limitação individual ou erro de posicionamento do time. Eu percebo os dois motivos. Ninguém consegue dar uma escondida na bola ou fazer um giro correto para o time se posicionar (deficiência técnica). Aí vem o toque rápido sem posicionamento (deficiência tática). Resultado: grande incidência de erro. Então a coisa vai assim, aos trambulhões, aos trancos e barrancos, jogando Alê para um lado, Vinícius para o outro, traz Totó de novo, faz o Fernandes de segundo volante… E o pior de tudo: todos, com algumas exceções, dentre as quais eu me incluo,achando que as estatísticas é que vão nos salvar. É risco demais. Conforme alguém falou aqui no blog, temos que nos antecipar às estatísticas para sair do sufoco. É muita instabilidade para confiar na estatítica, até porque algumas derrotas são emblemáticas, como o jogo contra o Juventude e contra a Capinense, dos quais todo mundo ganha, sem considerar aqueles insucessos em casa com adversários diretos. Sei lá, entende!!!???…
Ah! O Fernando está coberto de razão. Em termos da batedor de falta a coisa vira calamidade. É um horror!
Diria ainda que temos a dúvida no meio, Egidio ou Vinicius Pacheco? Na zaga, João Filipe titular ou banco? E no ataque eu não sei mesmo. Mas o resto do time tá bem definido.
O Pico merece mais chances, pois tem um toque de bola diferenciado. Começaria com v pacheco ao lado de r coelho. Egídio deve entrar no primeiro tempo e Pico no segundo. carlinhos sempre. JEOVANIO pode estrear no segundo-tempo.
Exatamente Ney, é o que a maioria da torcida alvinegra pensa.Botar o que temos de melhor, fazendo o simples, sem dar uma de Professor Pardal.
Pelo amor de Deus, alguém manda o Roberto Fernandes ler esse post.Não te complica rapaz, faz o fácil !
a duvida é: como o tecnico ainda nao viu isso?
ate minha irma ja percebeu
Caros amigos,
Concordo plenamente com o esquema 3:5:2, e com escalação do Ney Pacheco, mas parece que o nosso RF quer inventar de novo pelo que saiu hoje (sexta) no blog do Tainha.
Vamos rezar que tudo de certo.
A Diretoria não pode ser omissa.
Acho que o RF está inventando, fazendo tudo para perder, e ser demitido para poder ganhar a indenização.