“A falta de energia em nossos transmissores” impediu que este blog comentasse o aniversário do Figueira antes.
É uma data importante que merece ser sempre celebrada. O mais marcante, no entanto, da festa dos 89 anos, é a esperança que a festa dos 90 anos reúna muito mais motivos para se comemorar, além da importância que a data tem por si só. Inclusive que a comemoração tenha uma extensa e bem pensada programação, que não se resuma aos já costumeiros sessão do Conselho Deliberativo e carreteiro.
Este blog e o Meu Figueira estão trabalhando em alguns projetos para marcar os 90 anos do Figueirense. No momento certo, você irá saber dos detalhes.
A novela do elenco
Quando a atual diretoria tomou posse, anunciou-se que ao final do campeonato catarinense se faria uma avaliação do elenco e se partiria para a reformulação necessária para a série B (clique aqui), inclusive com a redução no grupo de 50 jogadores que formavam o elenco principal.
A participação do Figueira no campeonato estadual terminou no dia 18 de abril, estamos em 14 de junho e as saídas se resumiram a jogadores das categorias de base cujos contratos terminaram e não foram renovados, como Massari e Alex Junio. Do elenco principal, continua todo mundo aí, com o grupo ainda mais inchado com a chegada de mais sete jogadores (Ricardo, Bruno, Jorge Felipe, Helder, Bruno Formigoni, Baraka e Pedro Carmona) desde o fim do campeonato catarinense.
O empresário Eduardo Uram esteve em Florianópolis no fim de semana para mais uma reunião com os dirigentes do Figueirense. Chegaram, afinal, a alguma conclusão?
Ou vai ou acaba agora
Depois do fiasco em Chapecó na quarta-feira passada, a última carroça na Copa Santa Catarina passa nesta quarta no Scarpelli contra o Joinville. Quem será escalado? Vai todo mundo entrar a fim de jogo ou vamos presenciar mais um vexame?
Não sei se é porque o Figueirense virou o paraíso dos come-e-dorme nos últimos três anos ou se houve ruído na comunicação e quem foi a Chapecó pensou que estava disputando um inconveniente amistoso sem sentido, mas é preciso mudar o comportamento.
É inexplicável que um jogador experiente como Jeovânio, por exemplo, seja expulso com 15 minutos de jogo. O volante, a quem já elogiei muito, está decepcionando e precisa definir se está mesmo disposto a jogar pelo Figueira ou prefere respirar outros ares.
Eu já falei! Jeovanio não devia ter sido contratado! Já deu pra ele faz tempo! Há muito tempo ele se acha maior que o Scarpelli. Já falei isso aqui!
Ilustre e lúcido Ney Pacheco: lanço mão de teu concorrido blog para externar o que, via e-mail, já contigo compartilhei. Refiro-me à entrevista concedida pelo nosso presidente Nestor Lodetti à Rádio Guarujá, programa Campo Crítico, sexta-feira última – do qual também o Renan Dal Zotto, Consultor de Futebol do Alvinegro, igualmente participou.
Fiquei entusiasmado, caro Ney, com as declarações, postura – nada de bravatas, nada de arroubos – e postura de ambos. Não me surpreendi: com o Dr. Nestor Lodetti, por sabê-lo medularmente alvinegro(precisávamos de um presidente também torcedor apaixonado), conhecedor de futebol a fundo e, de resto, honrado e capaz. Com Renan, por ser um vencedor em tudo que fez no esporte, fala, por ele, a copiosa obra realizada(exemplo recentíssimo é a Cimed), plena de êxito.
O Clube voltou a pertencer ao…Clube! A diretoria terá, sim, ingerência direta no futebol, cobrando desempenho e atitude dos jogadores e comissão técnica. Como – exemplo notório – no Inter, com Fernando Carvalho, no São Paulo, com Juvenal Juvêncio. A contratação de reforços será, após “consulta” à comissão técnica e parceiros/investidores(novos estão chegando, a propósito), DECIDIDA pela direção.
Agora, sim. Penso que nova aurora – em bases sólidas e consistentes, sem o imediatismo, fugaz, que não resiste ao primeiro revés – se desenha.
Renasce, em mim, a esperança esmaecida.
Um forte abraço em preto-e-branco!
Ô, Ney, pensei que estavas em recesso de Copa do Mundo.
Também acho que aniversário animado precisa de anfitrião transmitindo otimismo, o que não é o caso ainda do Figueirense. Jogador de mais, qualidade de menos. Vamos esperar por novidades então.
Quanto à Copa SC, seria bom que algum dirigente fizesse ver aos jogadores duas coisas: é o FIGUEIRENSE que está em campo e essa camisa merece respeito; essa competição cacareco vale vaga na próxima Copa do Brasil, caminho curtíssimo para uma Libertadores.
é muita estrutura,para pouco futebol.
tenho certeza que o URAN déve ter dito em uma dessas reunioes,só pégo os cabeças de bagres devolta,quando acabar os contratos,afinal de contas ele é empresario frio e calculista e não um instituto de beneficensa.