Com tantos desfalques dentro de campo, com tanta contestação e revolta fora das quatro linhas, o Figueira vive inegavelmente seu pior momento na série B. Mesmo assim, jogando fora de casa, por pouco não venceu o jogo, termina a rodada com os mesmos quatro pontos que o separava do quarto colocado Ceará no início da rodada e ainda ganhou uma posição, subindo de sétimo para sexto na classificação geral.
É isso que cabe agora ao Figueira: manter suas chances de brigar pelo acesso diante deste momento tão ruim, pesado e negativo. É tratar de vencer o ABC na próxima sexta-feira, buscar pontos contra a Lusa no Canindé na outra terça e aproveitar o intervalo de 11 dias até o jogo decisivo contra o Ceará no Scarpelli para fechar o elenco com as contratações que faltam, recuperar todos os jogadores contundidos e aparar todas as arestas que precisam ser ajustadas para reagir definitivamente dentro da competição.
O que foi dito aí em cima não quer dizer que estou satisfeito com a campanha, quero deixar isso claro. Poderíamos estar numa situação muito melhor se não fosse uma coleção de infortúnios e equívocos que se avoluma desde o início do campeonato.
Já pedi a saída de Roberto Fernandes neste espaço. Ele continua. Não vou ficar então repisando e repetindo que quero que ele saia post depois de post. Cansaria vocês, nobres leitores, e este que vos escreve.
Negócio é pensar para frente. Não vou jogar a toalha faltando 18 jogos para terminar o campeonato. É só analisar a próxima rodada: enquanto o Figueira enfrenta o ABC, o Ceará pega o Vasco fora de casa e o São Caetano vai a Pituaçu pegar um Bahia que precisa vencer se quiser também entrar na briga. Podemos terminar a rodada a um ponto do Ceará e empatado com São Caetano. Mesmo que tudo dê errado na rodada seguinte, podemos voltar a ficar a um ponto do Ceará se vencermos o confronto direto no dia 12.
Depois desse momento tempestuoso e complicado, com jogo atrás de jogo até a partida contra Lusa na próxima terça-feira, o time terá um intervalo para fazer o ajuste fino e reagrupar todas as forças e energias para a arrancada que falta.
A tarefa, no momento, é sobreviver a todos os ataques e problemas e trabalhar para que esta reação, esta arrancada tão sonhada e aguardada, não se torne mais difícil.
Concordo com tudo. Até porque eu mesmo já estou cansado de ficar vendo a tabela, fazendo cálculos, esperando os outros perderem pontos e o Figueirense não ajudando a si próprio. Que tristeza ter que ficar ambicionando a quarta vaga (os três primeiros estão se distanciando) e ainda assim não ter certeza de nada. Quando será que esse punhado de jogadores (alguns deles bons) vão conseguir formar um verdadeiro time?
Estou falando, a Diretoria tem que fazer um fato novo, O FATO NOVO QUE TODOS ESTÃO ESPERANDO É A SAIDA DO TECNICO, O CARA RUIM, este tempo todo não fez nada, não temos nada, o time ta perdido, veio contratações e nada. FORA ROBERTO FERNANDES.
comentario de um atual corneteiro ha um mes atras:
carlos gavião disse: 30/07/2009 às 12:02Ney, tu falou no texto que o destino do Figueira é brigar pelo acesso. Isso me faz pensar que iremos ficar sempre entre 4° e 7°. Acho que pela colocação atual, teoricamente, podemos até pensar em título
Acho que é por aí. Temos todos que contribuir para superar este momento tenso. Se botar pressão complica mais ainda. Serenidade e confiança de que as providências serão tomadas. Estamos vivos. Esquecendo o primeiro turno, começamos o returno pontuando. Paz a todos e cada um fazendo a sua parte. Diretoria, comissão técnica, departamento médico e fisioterapêutico, jogadores e torcida. Nossas opiniões já foram exaustivamente externadas. Vamos dar um tempo!
Alguns “pitacos”, ilustrado e lúcido Ney. 1) No primeiro tempo, uma postura tática covarde, incompatível com quem permaneceu sete(7)anos na Primeira Divisão vencendo Inter e Grêmio em Porto Alegre, Cruzeiro e Atlético no Mineirão, todos os grandes do Rio de Janeiro no Rio de Janeiro. Fora, Roberto Fernandes! 2) Para além de marcarem mal – não conseguem um desarme sem fazer falta, mesmo com o adversário de costas para eles, antológica burrice -, o Carlinhos e o Paulinho não acertam passes de três, quatro metros – nossa saída de bola é caótica. 3) O Fernandes, o único jogador diferenciado que temos, está sendo sacrificado e sub-aproveitado – seu “território” é da intermediária do adversário até a área, não pode ficar correndo atrás de ninguém, marcando. 4) O primeiro gol do Ipatinga resultou de falha gritante(o Bruno Perone não chegaria a tanto) do Roger Carvalho, que “rabou” em bola. Inconcebível! 5) A expulsão – infantil e irresponsável – do Egídio reclama pesada multa ao jogador. 6) Como “fecho de ouro”, o Dalton, com 4 metros de altura, aceita – a bola veio exatamente em sua direção.
Nada mais reivindico de nossa direção de futebol – para mim, a mais incompetente, teimosa e lerda da história do Clube. Estão apequenando o Figueirense querido, expondo-o à chacota nacional.
Tristeza danada, que não passa!
Um abraço alvinegro!
P.S.: sabes algo sobre reforços, caro Ney? Ou nossos dirigentes continuam “avaliando”?…
Fagner Ribeiro:
Me aponte um comentário meu corneteando o Figueira. Te desafio a mostrar um comentário meu neste sentido. HUNF! NÃO VAI ACHAR.
Vamos com tudo neste segundo turno e da-lhe Figueira .Sexta espero uma boa vitória encima do ABC .um abraço
Li neste blog que o Rafael Coelho ficaria no figueira. Acertou na mosca.
O QUE EU NAO AGUENTO MAIS
1-DALTON
2-ALE BATENDO FALTA
3-AS ENTREVISTAS DO BARÉ
4-JOGADORES ESPULSOS INFANTILMENTE
5-RF.DIZER QUE SE FOR DISPENSADO É SACANAGEM
6-FERNANDES DE VOLANTE
7-NOVELA RAFAEL COELHO
8-NAO ESTAR NO G 4 DA PIOR SERIE B DE TODOS OS TEMPOS
NEY GOSTARIA DE SABER COMO POSSO ME TORNAR UM CONSELHEIRO DO FIGUEIRENSE E SE REALMENTE O CONSELHO É OUVIDO,PELO QUE SEI O CONSELHO ESTA RACHADO,NESTOR LODETTI É DA TURMA DAS PARTICIPAÇOES E ISSO INCOMODA MUITA GENTE DENTRO DO CONSELHO.
Não tenho os detalhes, mas vou pesquisar. Inclusive planejo fazer uma entrevista com alguém do clube para esclarecer questões como essa.
Abs.
Ney
No meu post anterior, quis me referir a começar pontuando fora de casa. Caros Henrique Limongi e Edson, por razões profissionais não assisti ao jogo ontem. Os comentários são de um primeiro tempo sofrível, mas com uma boa capacidade de reação no segundo tempo, até a complicação da expulsão. O maior problema todos sabemos aonde está. Mas estamos nos propondo a uma certa trégua, até para espantar um pouco da falta de sorte também, e tentar canalizar uma carga energética mais positiva para todos os setores de nosso querido FIGUEIRENSE!
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