Pelo que foi veiculado pela imprensa nesta sexta-feira, o time do Figueira para o primeiro jogo da decisão seria: Wilson; Felipe Santana, Bruno Perone e Asprilla; César Prates, Diogo, Cleiton Xavier, Fernandes, Rodrigo Fabri e Marquinho; Wellington Amorim. Em tese, um 3-6-1, mas, imaginamos, com liberdade para Fabri e Fernandes se juntarem ao ataque.
A princípio não tenho nada contra. O Figueirense perdeu o jeito de jogar no desenrolar do returno, a partir da derrota em Criciúma, depois de enfileirar quatro vitórias consecutivas, apresentando bom futebol. Como analiso a situação a distância, só vendo de perto o desempenho do time nos jogos, espero que essa formação tenha suficientemente testada e treinada durante as duas semanas de preparação que o Furacão Alvinegro teve para a decisão.
É um time técnico e recheado de jogadores capazes de definirem o jogo num lance individual. Marquinho pela esquerda terá que ter um apoio especial, já que não é um bom marcador. Léo Matos não vinha mostrando grande coisa. Talvez César Prates em sua posição de origem possa render mais e o time vai ganhar um apoio mais qualificado e mais veloz pela direita. O retorno de Cleiton Xavier a sua função de segundo homem do meio-campo também pode fazer com que ele volte a render bem, além de fazer o time ganhar uma saída de bola mais qualificada.
Conjecturas somente. Veremos com a bola rolando.