Em casa, o Figueira tem que vencer Ipatinga, Atlético-PR, Fluminense e Náutico. Precisa ainda buscar mais três pontos, no mínimo, nos jogos contra Vasco e Santos fora do Scarpelli. Faria assim mais 15 pontos, chegando a 44 e praticamente confirmando a vaga na série A de 2009. Todos estes confrontos têm o peso adicional de serem os famosos “jogos de seis pontos”. Vencer significa impedir que o adversário direto pela permanência na série A também pontue. Se for preciso, o Furacão Alvinegro pode negociar ainda empates contra Palmeiras e Inter, em casa, e com o Botafogo, fora.
Este é o mapa da salvação: os confrontos contra os rivais diretos. Em boa medida, o levantamento acima confirma o que este blog vem dizendo desde o início do campeonato, que o Figueira não deve nada a nove ou 10 outros times da competição.
É interessante notar, infelizmente, que o time está indo contra sua própria reputação, construída ao longo dos últimos sete anos de série A. Antes o Figueira tinha a vocação de Robin Hood. Tirava dos grandes e entregava para os pequenos (em termos de desempenho no campeonato). Agora é o contrário. O time está sendo massacrado pelos grandes, mas leva vantagem contra os pequenos.
Precisa confirmar isso na reta final para garantir o oitavo ano consecutivo na primeira divisão.